segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Transparência...


“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Provérbios 28. 13)

        As transgressões são os nossos erros, os nossos pecados, aquilo que desagrada a Deus e que fazemos. Às vezes nutrimos um grave erro em nossa vida: encobrimos os nossos erros como se ninguém os tivesse visto. De fato, é possível enganar as pessoas para que elas não fiquem sabendo dos nossos erros, porém não conseguimos enganar a Deus.
        Precisamos olhar para nós mesmos e tomar a ciência de que somos falhos, de que nós erramos e que encobrir os nossos erros trará sempre muita dor. O texto diz que “aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará”.Quando não confessamos o nosso pecado a Deus e o resolvemos perante o nosso próximo, vamos definhando com o tempo, pois o pecado nos corrói independente da nossa vontade. O pecado não confessado tem o poder de fazer um estrago em nosso coração e em nossa saúde física.
        Somente quando confessamos os nossos erros perante Deus com verdadeiro arrependimento e desejo de mudança alcançamos a restauração e a cura vindas de Deus. “mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.”
        Por tudo isso, é sempre bom refletirmos diante de Deus sobre onde temos errado, nos arrepender e obter Dele o perdão e a misericórdia e, com elas, a saúde espiritual e física.
        Escancare o seu pecado [perante Deus] e tire este peso do seu coração!
        Nada fica encoberto! Então gente, vamos aprender a sermos transparentes para alcançarmos as misericórdias de Deus. Vida de mentira só leva a ruína.
         
Paz!
        Thamara Senos

sábado, 30 de julho de 2011

História do sábio chinês que presenteou o imperador com um livro


        O livro tinha apenas duas páginas. Ao dá-lo o sábio explicou: “No momento mais triste de sua vida, senhor imperador, leia a primeira página e feche o livro. E no momento mais feliz, leia a segunda. O presente terá atingido seu objetivo.”
       Tempos depois, o azar abateu-se sobre o império. Uma peste matou parte da população, uma praga destruiu a lavoura, bárbaros invadiram as terras saqueando o que sobrara. Desesperado, o imperador lembrou-se do livro. Na primeira página, somente uma frase curta: “Isso vai passar”. Incansável e laborioso, ele convocou seus conselheiros e pediu o apoio de seu povo para expulsar os invasores, debelar a peste e recuperar a lavoura.
       Mais tarde, sua única filha casou-se com o filho de um imperador vizinho e os dois países se uniram num único e imenso império. Feliz da vida, o imperador lembrou-se novamente do livro e foi direto à segunda página, onde se lia apenas outra frase curta: “Isso também vai passar”.
       Moral da história: Não devemos nos embriagar pelas grandes alegrias nem nos deixar abater pelas grandes frustrações.
(BERNARDINHO. Transformando Suor em Ouro. Rio de Janeiro: Sextante, 2006. P. 35-36.)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Segunda reportagem que me chocou essa noite


     Pesquisa aponta que uma em cada cinco pessoas perde o celular no vaso sanitário



Uma pesquisa realizada pela Plaxo e pela Market Tools revelou que pelo menos uma em cada cinco pessoas perde o celular ao deixá-lo cair no vaso sanitário. Cerca de 1.000 consumidores com mais de 21 anos e donos de smartphones foram entrevistados. De acordo com o estudo, um terço das pessoas já perdeu o telefone de alguma maneira e 20% destas teme o banheiro mais do que qualquer outro local.
Larissa Fernandes, estudante de jornalismo de 22 anos, confessa que quando deixou o celular cair em 2004, pensou nos contatos antes de qualquer coisa. “Na verdade, a primeira preocupaçao foi decidir enfiar a mão para resgatar o celular”, explica. “Sequei com um pano e desmontei todo. Deixei aberto no sol por uns dois dias e depois remontei. Deu tudo certo e ele voltou a funcionar. Credito boa parte desse sucesso ao fato de ter sido um Nokia. São os celulares mais resistentes que eu já tive”, defende a estudante.
Fábio Rufino, de 33 anos, também não pensou duas vezes na hora de resgatar o aparelho, que também era um Nokia. Não só a recuperação deu certo, como o auditor contratual o utiliza até hoje. “Eu estava bem tranquilo. Sempre faço back-up de tudo. Usei uma solução de álcool isopropílico que tenho em casa”, explicou.
Assim como Larissa e Fábio, pelo menos 55% dos entrevistados pela Plaxo consideram que ao perder o telefone, ficar sem a agenda de contatos é o maior pesadelo. 68% das pessoas faz back-up de seus telefones; a maior parte delas prefere contar com serviços online para isso.
A Plaxo informou que um terço de todos os adultos nos Estados Unidos já possuem smartphones. O instituto diz que a tendência é que um número cada vez maior de pessoas dependa exclusivamente de seus aparelhos móveis e respectivos aplicativos, colocando expectativas ainda mais altas em cima do desenvolvimento de serviços de sincronia, back-up e informações.
Se você deixou seu celular cair na água ou, ainda pior, no vaso sanitário, e pensou em levá-lo na loja, saiba que alguns aparelhos vêm com mecanismos para que o fabricante possa detectar se seu telefone esteve ou não tomando um banho. Caso isso seja comprovado, você não consegue seu dinheiro de volta, muito menos a manutenção. Isso, lógico, caso você não tenha adquirido nenhum seguro contra acidentes.
Eu ainda faço parte dos 4 que nunca sofreram com esse fato! E você?
Fonte: www.globo.com

Primeira reportagem que me chocou essa noite


      Mulher que encontrou camisinha em extrato de tomate deve ser indenizada
       A 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu conceder indenização por danos morais de R$ 10 mil a uma consumidora de Lajeado que achou uma camisinha dentro de uma lata de extrato de tomate, após o preparo da refeição da família. A empresa pode recorrer.
       Segundo informações do tribunal, a mulher alegou que percebeu a presença de mofo dentro de uma lata de extrato da marca Elefante, da Unilever. Ela disse que já tinha usado parte do molho para fazer almôndegas quando encontrou a camisinha enrolada no fundo da lata. A descoberta teria causado enjoo e vômitos em toda a família.A consumidora argumentou também que procurou a fabricante e que a empresa informou que iria substituir a lata por outra. Para o juiz João Gilberto Marroni Vitola, que julgou a causa na primeira instância, mesmo que a empresa afirme que o processo é inteiramente automatizado, pode haver a intervenção humana.
       A empresa recorreu. Ao julgar o recurso, a desembargadora relatora Marilene Bonzanini afirmou que o consumidor sempre espera que um alimento que compra esteja apto ao consumo. “Pelo mero conhecimento da cultura de nosso povo, não se acredita que qualquer pessoa não se sinta repugnada ao encontrar um preservativo, supostamente usado, em produto alimentício utilizado no preparo de refeição para a família”, escreveu na decisão.
       Em nota, a Unilever afirmou que seus produtos estão totalmente de acordo com as normas sanitárias vigentes e seguem rigorosos processos de qualidade no processo de fabricação. A empresa diz também que a marca Elefante não faz mais parte de seus produtos e que o caso ainda está em análise pelos órgãos competentes.
       Surpresa agradável não!?
Fonte: www.globo.com

sábado, 23 de julho de 2011

Amy Winehouse, uma jovem vida presa às drogas


       A cantora Amy Winehouse,  morreu em Londres nesta sábado, 23. Segundo o site Sky News, o corpo da cantora foi encontrado em seu apartamento no norte de Londres.
       A vida e a carreira de Amy Winehouse foram marcadas por escândalos e consumo de drogas. Para se livrar do vício, a cantora passou por várias clínicas de reabilitação, não obtendo sucesso em nenhum tratamento.
       No último mês, a cantora cancelou a turnê que iria fazer pela Europa, depois de ter sido vaiada em um show na Sérvia. Em janeiro deste ano, Amy fez shows no Brasil, passando por Florianópolis, Rio de Janeiro, 
       Era comum Amy Winehouse ser fotografada com a roupa suja de pó branco. Em 2007, após se fotografada com o nariz sujo do mesmo pó, ela cuspiu nos paparazzi. Em seguida, circulou aos prantos pelas ruas de Londres. Um ano depois ela foi clicada correndo de sutiã por um parque na capiltal londrina.
(Fonte: www.globo.com )
   
    Apesar de não acompanhar a carreira dela, sinto muito por mais uma vida ter sido perdida pela prisão às drogas. 
 Thamara Senos

Casamento da amiga!

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É hoje! Casamento da minha amiga de adolescência. Aprontamos tanto juntas... Essa amiga é prova que amizades verdadeiras não necessariamente são as que estão junto 24 hs. Pouco nos vemos, mas a amo como quando tínhamos nossos 12 anos...rs
Tão linda, tão missionária, foi usada tantas vezes por Deus pra me abençoar. Hoje meu coração jubila contigo por sua conquista. Parabéns Mayara e Robert. Mais tarde, estarei lá na cerimônia com vocês, certamente chorando muito de emoção! rs
Beijos. Deus abençoe essa nova família que se forma hoje!

O show gospel

      Depois do evento que fui ontem, somente por obediência, só posso dizer: "Já não se fazem mais cantores e pregadores como antigamente". Alguns cantores "se convertem" e passam a ser cantores "Gospel", só muda o slogan, mas continuam a cantar o que cantavam antes, vão em programas de TV cantar músicas que não têm nada de Evangélicas; continuam dançando como antes, ou ainda fazem coisa pior, e ainda alegam: "Isto é apenas um trabalho profissional". Notamos que há uma banalização do que realmente é Servir a Deus, e do que é ser alguém separado para Deus. Hoje as pessoas tem buscado a promoção pessoal, e não a de Cristo. O Apóstolo Paulo certa vez disse: "Em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus." (Atos 20.24). Hoje se diz: "A minha vida é muito preciosa, eu sou o máximo, tenho que usufruir do MEU sucesso, não posso estar hospedado em qualquer lugar, nem comer qualquer comida..."
      Precisamos ler ainda Fp 4.11 e em II Co 11.16-30, onde Paulo relata que aprendeu estar contente em qualquer situação, e narra tudo quanto se dispôs a suportar por amor de Cristo e das almas (vidas) dos irmãos aos quais ele conduziu a Cristo. Hoje as pessoas não querem mais sofrer, não conseguem mais se submeter a situações de precariedade com o propósito de fazer Cristo conhecido. O estrelismo Gospel chegou ao ponto de hoje vermos cantores super exigentes na hora de fechar um contrato para um "Show" (porque isto nem pode ser considerado um culto, e se for um culto, precisamos estabelecer a quem é tributado este culto), eles têm as mais esquisitas exigências, imitam o que fazem muitos cantores famosos que não são evangélicos. Exigem, além de um cachê altíssimo (falamos aqui de quantias absurdas) os tipos de fruta, marca de água mineral, hotel 5 estrelas, e por aí vai... Pastores que antes (pelo menos enquanto não se tornaram pastores de nome e renome) não se importavam se iriam dormir numa cama ou em um sofá apertado, se numa pousada simples ou na simples casa de uma irmã hospitaleira, que faria uma comidinha simples, porém, com muito amor... Não, eles não se importavam com estes efêmeros detalhes, contanto que cumprissem o propósito da sua ida àquele lugar onde fora levar a mensagem de Cristo, a qual receberam de graça; agora se dão ao luxo de exigir até mesmo as toalhas felpudas na cor escolhida, etc. Nada contra gozar de certo conforto, se a igreja que lhe convida voluntariamente lhe oferece, por ter condições financeiras disponíveis; o problema está justamente no abandono da humildade, a qual é esperada por parte de um "servo" de Deus ou de uma "serva" de Deus. 
      Mas a questão aqui é: Onde começa este problema? Quem afinal é o culpado? A origem de tudo isso é o próprio coração do homem, o qual é, por natureza inclinado ao pecado, tendencioso à soberba, ao orgulho, ao egocentrismo, à auto-suficiência. O (a) cantor (a) ou pregador (a), sutilmente, no seu íntimo, busca aprovação externa, ele simplesmente não se satisfaz apenas em saber que Deus está lhe vendo, lhe observando e lhe sondando, e se agradando ou não do seu louvor ou da sua pregação; ele (ela) faz questão de buscar esta aprovação dos outros, daí, busca os elogios, aceita a criação dos fã-clubes, a camisa tirada e girada no ar freneticamente, enfim, o extravasamento da idolatria e das glórias humanas. É quando surge, se consciente ou inconscientemente eu não sei, aquela filosofia: "O produto mais caro é o mais valorizado". É triste reconhecer isto, mas aquilo que era pra ser encarado como um ministério santo (separado para Deus) hoje é tido como mera mercadoria. As pessoas gastam muito dinheiro para sustentar o luxo das estrelas do mundo Gospel, mas pouco se tem investido na Obra Missionária. Este é um dos fatores que tem causado a decadência no meio evangélico.
      Eu, particularmente, não suporto "Shows Evangélicos", principalmente daqueles que sei que praticam esse tipo de coisa. Há casos de exigências das "Estrelas Gospel"que quando eu soube fiquei estarrecida.
      O problema do estrelismo gospel, além de estar na os próprios cantores e pregadores que têm ido após o lucro, também está nos próprios irmãos que idolatram a homens e não adoram a Deus. Que criam fã-clubes de cantores e de pastores, vão aos seus Shows ou Congressos, onde gritam, pulam, ficam loucos diante de uma banda gospel ou mesmo diante de um grande pregador; mas no culto nos seus templos, não têm coragem sequer de abrir a boca para dar um "Glória a Deus!" ou mesmo para participar do louvor cantado, e na pior hipótese, nem sequer têm forças para ficar de pé, ou de permanecer de pá durante o período de louvor. Isto não é incoerente? Por que para uma Banda, ou para um cantor, eu tenho condições de pagar caro, ficar em pé até mesmo durante todo o "Show", aplaudindo e "berrando" e em um culto na minha igreja não sou capaz de cultuar a Deus? Esta é a maior prova de que não tenho cultuado a Deus, pois, quando vivemos uma vida de Culto a Deus, não será sacrifício participar ativamente do culto no templo ou mesmo no lar daquele irmão bem simples, já que ali está havendo genuinamente a continuidade do nosso culto contínuo, que é o culto com a nossa própria vida. Será que o culto só é bom quando é recheado de estrelas Gospel da música ou da Pregação? Será que as pessoas já pararam para pensar em qual é o culto que é realmente aceitável diante de Deus? Não estou dizendo que a sua igreja não possa mais convidar um cantor ou pregador que tenha uma vida exemplar; sou contra o Pragmatismo exacerbado e irracional, onde se busca trazer "aquela estrela da música ou da Pregação Gospel" a todo custo, mesmo que seja um preço absurdo, fomentando ainda mais a idolatria no meio do prórpio "povo de Deus". Pensemos nisso!
      Que Deus encontre em mim e em você pessoas que brilhem, mas com aquele brilho humilde, aquele brilho do qual Jesus falou quando disse que devemos brilhar de tal forma, que levemos os outros a, olhando para nós, glorifiicarem a Deus por meio das nossas obras, que devem ser, segundo diz Tiago, resultado de uma Fé viva. 
      Deus tenha misericórdia de nós!




quinta-feira, 21 de julho de 2011

Rede Globo ataca pastores evangélicos em cena sobre gay na novela Insensato Coração


      Foi ao ar na última segunda-feira, 18 de julho de 2011, uma cena polêmica na principal a novela da Rede Globo, ‘Insensato Coração’, exibido na horário com mais ibope da tv brasileira, 21 horas. Xicão Madureira, um dos personagens gays na trama, interpretado por Wendell Bendelack, ao conversar com a personagem Dona Sueli Campelo, interpretada por Louise Cardoso, afirma que seus pais o destratam devido a uma suposta influência de seus pastores.
“A minha mãe só fala comigo para me dar sermão, o meu pai nunca passou do bom dia e cascudo. Os dois vão na conversa do pastor da igreja deles e me tratam como se eu fosse o fim do mundo”
      Para muitos evangélicos, todo o contexto da cena faz parecer que a influência de pastores fez com que os familiares do personagem Xicão se afastassem e destratassem o próprio filho devido a sua opção sexual, parecendo que os líderes cristãos incitam a homofobia e a guerra familiar, assim sendo eles a causa das desavenças. A novela que possui ao menos quatro personagens gays, não tem nenhum ligado a religião evangélica, portanto a razão da “barra” vivida por Xicão foi escolha dos autores da novela, os ateus Gilberto Braga e Ricardo Linhares. A cena foi exibida logo depois que a Globo mandou vetar a trama de um dos casais gays da novela e avisou aos autores para pararem de fazer constante apologia a PLC 122.
      O Pastor Fabiano Alvarenga da Igreja de Deus no Brasil em Feira de Santana – Bahia, um dos primeiros a comentar e divulgar o video do capítulo no Youtube, se mostrou ofendido como pastor. “É inaceitável tal prática por um meio de comunicação tão conhecido e assistido que é a Rede Globo. Respeitamos todos os homossexuais! Apenas criticamos a prática homossexual, pois estamos em um país onde possuímos liberdade de expressão, como o ministro bem relembrou ao votar a permissão da marcha da maconha…” disse ele.
      Nada contente com a forma sútil do ataque da Rede Globo, o pastor Silas Malafaia também demonstrou seu descontentamento com a cena, promovendo um movimento em sua página no Twitter: “Ja enviei um email a um dos donos da Rede Globo com meu veemente protesto contra o ataque feito aos pastores na novela. Proteste também. Manifeste-se contra novela da Rede Globo que ataca os pastores. Ligue para 40022884 ou envie e-mail na pág http://t.co/OIQ4fWU” e completou: “Não tenha medo de dar seu cpf. Estao usando isso para impedir a critica. Proteste 40022884 e envie email na pág falecomaredeglobo.globo.com”
      Foram muitos comentários no vídeo postado pelo pastor bahiano, cristãos que também se sentiram ofendidos expressaram sua indignação: “não estou julgando mas os dias da Globo podem estar contados, vocês não estão se levantando contra pastores nem cristãos mas contra a Palavra de Deus. As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja do Senhor jesus!”, afirma o usuário “Ministro Fael” na página. “É ridículo quererem generalizar as coisas e as pessoas. Sou cristã e não sou a favor do homossexualismo, mas não me levanto contra o homossexual, não o julgo, discrimino e maltrato, é um absurdo a tv querer generalizar isso e fazendo o que ela julga ser errado atacando outras pessoas também. Somos pessoas livres para escolher o que queremos ser e fazer de nossas vidas e cada escolha tem sua consequência seja ela boa ou ruim, mas não cabe a ninguém julgar isso…”, afirmou a usuária “Paloma Biscuit”.
      Rapidamente a própria Rede Globo retirou o vídeo do ar no Youtube reividicando os direitos autorais. Indignado, o Pastor Fabiano Alvarenga, responsável pela publicação do mesmo, questionou a reclamação da emissora por existirem vários outros vídeos dela publicados no Youtube que não foram censurados e revela ter recebido um e-mail do serviço de vídeos ameaçando a suspensão de sua conta caso envie mais conteúdo. “Podem suspender, mas em instantes estarei enviando outro,” desafia.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Amigo de Deus


"Não existe nada melhor
Do que ser amigo de Deus

Caminhar seguro na luz
Desfrutar do seu amor
Ter a paz no coração
Viver sempre em comunhão
E assim perceber
A grandeza do poder
De Jesus meu bom pastor"

No dia do amigo é impossível não destacar a amizade mais especial que um homem pode ter: Deus!  Nesse dia, lembre-se desse Amigo incomum e agradeça a Ele pelo privilégio de tê-lo em sua vida, e de poder relacionar-se com Ele. 

Thamara Senos

Rodolfo Abrantes no Altas Horas


Vale MUITO a pena ver esse vídeo. Lindo demais o testemunho de transformação que Deus fez na vida desse cara... 

segunda-feira, 18 de julho de 2011

AMIZADE

       Nesse fim de semana uma palavra ardeu muito forte em meu coração: AMIZADE. Afinal, qual o significado dela?
       Se tem algo que sempre me incomodou bastante é chamar alguém de amigo, quando ele não é. Amigo pra lá, pra cá, pessoas que tem uma extensa lista de amigos e será que realmente são amigos? Talvez esse incômodo se dê pelo fato de eu sempre ter tido poucos e fiéis amigos. Nunca gostei de ter 1000 amigos, até porque, acho praticamente impossível esse feito.
        ‎"Quem tem muitos amigos pode chegar à ruína, mas existe amigo mais apegado que um irmão." (Provérbios 18:24)
       Amizade é uma parte importante na nossa vida. Desde a criação do primeiro casal, Deus mostrou a necessidade do companheirismo na vida humana. Precisamos compartilhar a vida com outras pessoas. Na Bíblia, Deus nos orienta sobre amizades, falando do valor dos bons amigos e adverte-nos sobre os perigos dos companheiros errados. "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar." (Provérbios 12:26) Por isso, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20). E aí entra uma questão muito interessante: os amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. "Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5). O amigo verdadeiro nos corrige, e a pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para a repreender quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria. "O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia."  (Provérbios 15:12,14).
       Ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27:5-6).
       Eu e Fred temos aprendido muito quanto a esta transparência e como temos sido tratados quanto a isso. Quantas vezes acontecem situações com nossos amigos que não concordamos, ficamos chateados e guardamos aquele sentimento? Mas Deus tem nos ensinado que o verdadeiro amigo é transparente ao ponto de expor ao outro o que aconteceu. E podem acreditar, os laços não se afrouxam, pelo contrário, ficam ainda mais estreitos.
       Davi e Jônatas, filho do rei Saul, viveram uma linda amizade e talvez seja a amizade mais conhecida da Bíblia. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo. Em I Samuel 18:1-4 o trecho bíblico mais forte desta história:
       “E aconteceu que, assim que Davi acabou de falar ao rei Saul, a alma de Jônatas (filho de Saul) se ligou à alma de Davi, e Jônatas começou a amá-lo como à sua própria alma [...] Jônatas e Davi fizeram um pacto, pois aquele o amava como à sua própria alma. Além disso, Jônatas despiu-se da túnica sem mangas que usava e a deu a Davi, e também suas vestes, e até mesmo sua espada, e seu arco, e seu cinto.”

       Que possamos encontrar em nossos caminhos amigos como Jônatas, e que possamos também aprender a sermos como ele para os que estão em nossa volta.
Até a próxima!
Thamara Senos

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Texto da revista Época: "Meu filho, você não merece nada."

      Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.
      Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
      Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.
      Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
      Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
      É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.
      Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
      Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
      A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
      Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.
      Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.
      Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.
      O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
      Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
      Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.
      Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.
      Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.
Eliane Brum 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Minhas bailarinas...


 Algumas coisas acontecem em nossa vida sem nenhum planejamento. Um sonho que não corremos atrás, e tcharam...acontece. Assim foi nessa coisa de dar aula de ballet, aconteceu. Lembro que quando tinha uns 14 anos quis ir lá pra o Tamoio fazer ballet e na época o valor era tão alto que minha mãe não tinha condições de pagar. Depois de uns 4 anos retornei a academia e dessa vez fiquei. Engraçado que nunca tinha estado numa academia de danças tão bacana, com um clima tão agradável e familiar. E se não bastasse o prazer de fazer aulas num lugar desses, ainda tive oportunidades ímpares: trabalhei em festivais de dança, conheci grandes nomes da arte, aprendi e aprendi muito. Depois de algum tempo, recebi um presente enorme: fui convidada para dar aula na academia. Um sonho que pra mim era distante e impossível, aconteceu. Tem sido muito bom. Tempo de muito aprendizado. Os sorrisos das 25 pequenas bailarinas me motivam e elas me ensinam MUITO. Tá bom, tá bom... confesso que elas às vezes dão uma canseira louca, mas é muito gostoso no fim da aula receber um beijo carinhoso delas. Hoje entramos de férias nas turmas babys, amanhã a turma do Pré também entra, e apesar de esperar tanto por esse tempo de descanso, já estou com saudades delas... =)

Beijinhos...Tia Thamara

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Quem tem sido seu senhor?

Compartilho aqui uma breve palavra que ardeu no meu coração na minha devocional de hoje.


"Vocês foram comprados por alto preço; não se tornem escravos de homens."  1Co 7.23


Se tem uma coisa que me dói profundamente é ver como essa geração tem se permitido escravizar. Seja por pecados rotineiros, pelas imposições sociais, pelos títulos, por relacionamentos falidos, por homens que se dizem possuidores de uma revelação de Deus... me dói, mas dói mesmo, ver que muitos não entendem o valor e a preciosidade que sua vida possui, o preço que foi pago por ela, e como em Deus uma simples vida dedicada à Ele pode impactar a tantos. E se dói em mim, fico a pensar a dor do coração de Deus em ver tudo isso acontecer. Segundo o dicionário escravo significaQue ou quem está sob o poder absoluto de um senhor que o aprisionou ou o comprou. O único que te comprou e com um alto preço foi o Senhor Jesus, não permita que nada roube o senhorio Dele em sua vida.


Forte abraço!
Thamara Senos

terça-feira, 12 de julho de 2011

Campanha #euescolhiesperar: sexo só depois do casamento


Quem vive antenado nas redes sociais, com certeza já viu a campanha #euescolhiesperar. A algum tempo eu já sigo o twitter desse grupo e já vi por váááárias vezes a tag em primeiro lugar nos TT's, e confesso que fiquei muito feliz em ver que ainda existem jovens guardando esse princípio bíblico de pureza. Criada pela ONG Mobiliza Brasil, a proposta é incentivar os jovens a se relacionarem sexualmente somente depois do casamento. E você, o que acha? Publico aqui a entrevista feita pelo pessoal da revista Galileu, com o coordenador da ONG, Nelson Junior, publicada no site da Geração JC.
De onde veio a ideia da campanha?
Da minha vida, um dia escolhi esperar o tempo e a pessoa certos para ter um relacionamento da forma certa em vez de me aventurar emocionalmente. Como vivi isso e colhi os frutos, hoje falo aos mais jovens o que experimentei. Foi uma verdade que funcionou comigo, surgiu a ideia de fazer uma campanha assim como a do câncer ou contra as drogas. Começamos um movimento que valoriza a pessoa e os relacionamentos.
Do que se trata a campanha?
A sociedade prega uma falsa liberdade sexual, diz que devemos usá-la sem limites. E é aí que a liberdade acaba e tem graves consequências. Criamos a campanha para fortalecer jovens que querem uma vida emocional e sexual responsável, não é uma militância para ganhar novos adeptos. Sexo é um assunto tabu em igrejas cristãs hoje. Para alguns grupos é imoral falar sobre isso. Mostramos aos pais e líderes religiosos que ele precisa ser tratado de forma aberta urgentemente. Sexo não é imoral, foi criado por Deus, é uma coisa bela, o que precisamos é restaurar o sexo.
Qual o papel das redes sociais na campanha?
Usamos as redes para divulgar. Começamos há 4 meses e, para nossa surpresa, passamos dos 20 mil seguidores. Ganhamos 300 adeptos novos no Twitter por dia. A campanha é bem recebida na internet. Muitos jovens escrevem agradecendo. Até não-cristãos escrevem encorajando, acham que a sociedade perdeu valores.
As redes estão ajudando pessoas que querem esperar pelo casamento a sair do armário?
Estão gerando conscientização de que não há vergonha alguma nisso. Há tempos eu passei por isso, me sentia constrangido em dizer que minha opção era ser virgem na escola. Quando fui ficando mais velho, já falava abertamente. As redes ajudam as pessoas a verem que não é vergonhoso. Até liberta, dá o poder de dizer: cada um tem sua opção e a minha é essa.
Quem pretendem atingir com a campanha?
Queremos fortalecer jovens solteiros que tomaram a decisão de esperar. O assunto no Brasil hoje, na área da sexualidade, é o reconhecimento da união homossexual, a sociedade aprova essa conduta. Mas, se um jovem fala que quer se preparar para o casamento, é motivo de zombaria, sofre discriminação. Mostramos que eles não são malucos ou recatados. Não ensinamos castidade ou a virgindade, o foco é preparar para o casamento, para famílias saudáveis. A sociedade valoriza o ato sexual independente com quem seja, a liberdade não é para a pessoa, é para o sexo. Deus quer mais que virgindade, quer uma vida com boas ações. O grande número de divórcios acontece pela banalização da promiscuidade.
Quer dizer que quem não é mais virgem é bem recebido?Encorajamos quem nunca teve uma experiência sexual a se guardar. E, àqueles que já fizeram, mas escolheram esperar, queremos mostrar que nunca é tarde para fazer o que é certo, recomeçar. O fato da pessoa já ter experiências antes não tira o valor de sua decisão. Dizemos que sexo é bom, é de Deus, só que no contexto do casamento.

Escolha esperar você também! 
Thamara Senos