quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009


Desde novembro de 2008. Meu Deus, como o tempo voa. Quanta coisa aconteceu. Já estamos em 2009. Já fui para o 5° período da faculdade, já entrei de férias, já acabaram minhas abençoadas férias... já tô na auto escola, já fiz tanta coisa. Sempre o tempo. Parece que em todo post falo dele...então, mudemos de assunto.
Nesses dias tenho pensado muito sobre a simplicidade da vida, de Jesus, das amizades, a simplicidade da felicidade. Depois de um belo susto que sofri na minha saúde, parece que minha sensibilidade ficou a flor da pele. A gente passa a reparar mais na cor das coisas, na singileza dos sentimentos, na duração de um acontecimento, na profundidade das palavras, no cuidado do Pai nos mínimos detalhes... quando penso que minha vida é uma pequena gota no oceano que é o universo, Deus vem e me mostra que minha vida é por ele zelada. No fim, chego aquela boa e velha conclusão: todas coisas ruins, tem um lado bom, e o lado bom da adversidade é ver a mão de Deus ao nosso favor, nos sustentando...
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Estou lendo um livro MARAVILHOSO! Se chama O Evangelho Maltrapilho de Brennan Manning. Tem sido uma leitura deliciosa, para os que gostam de ler, recomendo. Aí vai uma frase que me marcou: "Minha consciência mais profunda a respeito de mim mesmo é de que sou profundamente amado por Jesus Cristo e não fiz nada para consegui-lo ou merecê-lo."
Outro livro ótimo, que mudou minha concepção de muitas coisas foi: O Jesus que Eu Nunca Conheci de Philip Yancey . Esse livro termina com um texto que VALE A PENA LER: “Talvez não seja tão admirável assim que as mulheres estivessem primeiro no Berço e por último na Cruz. Elas jamais conheceram um homem como esse Homem - nunca houve outro igual. Um profeta e mestre que jamais as aborreceu, que jamais as adulou, nem as importunou, nem as tratou com desdém; que jamais fez as costumeiras brincadeiras acerca delas, jamais as tratou com atitude de ‘Mulheres, Deus nos livre!’ ou ‘Senhoras, Deus as abençoe!’; que repreendia sem lamúrias e elogiava sem ares de superioridade; que levava a sério suas perguntas e seus argumentos, que jamais estabelecia limites para elas, que nunca insistia em que fossem femininas nem zombava delas por ser mulheres; que não tinha nenhum interesse pessoal nelas e nenhuma dignidade masculina incômoda para defender; que as aceitava como eram e permanecia completamente desinibido."


Termino como sempre, deixando explicito meu real desejo de não deixar esse blog as moscas!

Grande beijo! (Hoje um pra o prego que deve tá lendo isso aqui e que vai ter que carregar essa mala aqui por um bom tempo! ;* )

3 comentários:

Anônimo disse...

Amiga que Deus continue usando sua vida. Adorei seu post. Bjksss!

Anônimo disse...

Depois,vem me dizer que ta sem inspiração...q coisa ein..rsrss
Mas,como sempre abençoando quem lê..
Te amo!

Anônimo disse...

Ei Thami! saudades suas! Beijinho! Aparece aqui em casa!